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  • Scheila Adriane

Você já se perguntou sobre o que está por trás da opressão de nosso lado feminino?



É fácil cair no ciclo vítima / agressor quando pensamos sobre a opressão do nosso lado feminino. Não apenas a supressão de nossos próprios traços femininos pessoais, sejamos homens ou mulheres, mas a opressão física e muitas vezes brutal de mulheres e homens femininos em todo o mundo.

É fácil cair na raiva, ódio, frustração, medo e desesperança quando abrimos os olhos e olhamos em volta para o que está acontecendo ao nosso redor. Como dizemos aos nossos meninos para “serem homens” e para não chorar, correr, rir, brincar “como uma menina”. Como programamos nossas meninas para serem passivas, desamparadas, submissas, bonitas e competirem pela atenção dos homens (que até recentemente, e em muitos países ainda, é vital para sua sobrevivência física e a sobrevivência de seus filhos).

A opressão das mulheres não surgiu por coincidência ou pela sobrevivência do mais apto. É um programa que foi brutalmente imposto por todos nós, em todos nós, há milhares de anos. E está chegando ao fim.

Se você estiver familiarizado com o meu trabalho, saberá que lhe direi "você é um ser divino e eterno, poderoso além da medida, o Criador dessa realidade". Saiba que isso é verdade. Neste momento, estamos, alguns de nós, numa ponte entre uma realidade onde a supressão das mulheres era necessária para manter vivo um certo paradigma luz / escuridão, e uma realidade onde esse paradigma, o velho paradigma, não existe mais. Tudo o que precisamos fazer é nos tornarmos conscientes de vários aspectos-chave, ou âncoras, que mantêm o velho paradigma real e decidir dissolvê-los.

Ao nos tornarmos conscientes de onde mantemos essas âncoras em nossos próprios campos de energia, nossas próprias mentes, nossos próprios corpos, nossos próprios sistemas de crenças, nos tornamos os pioneiros, os criadores de caminhos, para a dissolução coletiva de um dos mais insidiosos e escravizadores programas conhecidos pelo homem.

Podemos reconhecer esses programas, que geralmente estão relacionados às nossas crenças sobre homens e mulheres e, em particular, sobre sexo, quando pensamos ou sentimos uma emoção, pensamento ou sentimento que “não é permitido”.

Algo que nós automaticamente suprimimos. Algo que nos foi ensinado que é mal, ruim, não permitido. Algo que, ao mesmo tempo, foi colocado em nossos corpos de energia pela exposição, design ou propósito. Isso nos impede de expressar todo o nosso poder, porque ficamos com medo de que essa coisa específica apareça quando formos poderosos e não pudermos ser detidos.

Mas aqui está a questão: os humanos são um dos poucos animais do planeta que não reagem apenas a partir de programas. Somos uma das poucas espécies que podem querer, pensar, sentir, desejar e ser programadas para fazer algo em reação a um estímulo externo, mas PODEM ESCOLHER fazer outra coisa.


E quando nos permitimos sentir, pensar, desejar ou temer, seja o que for, mas não reagirmos a isso, e em vez disso simplesmente OBSERVAMOS essa energia em nós mesmos, o programa DISSOLVE.

Convido você a se observar no espelho e imaginar, acreditar e saber, que você é o sexo oposto ao qual seu corpo físico está atualmente, por pelo menos 10 minutos todos os dias durante uma semana. Também o convido a observar alguém próximo a você, seja um cônjuge, companheiro de trabalho, membro da família ou amigo, e por pelo menos dez minutos SABER que são o sexo oposto ao que seu corpo é.

Você pode precisar começar com alguns segundos de início até chegar em dez minutos em ambos os casos.

Outro exercício é ler a próxima frase e observar sua reação a ela: “(Seu nome) é uma mulher poderosa, altamente influente e destemida”. O que você sente? Pensa? Percebe?

E sobre essa combinação de palavras: "mulher poderosa", "mulher altamente influente", "mulher destemida".

Agora leia o seguinte e observe a diferença (se houver) “O Dalai Lama é um homem poderoso, altamente influente e destemido”. Alguma diferença?

Agora as combinações de palavras: “homem poderoso”, “homem altamente influente”, “homem destemido”.

Interessante né?

Ao fazer esses exercícios, assista e observe suas reações, sejam emocionais, mentais, egóicas, físicas ou energéticas. Mantenha um diário e fique maravilhado.

Quando saímos da programação, podemos agir em um nível social. A opressão do nosso lado feminino resulta em mais do que a subjugação das mulheres, é também em parte a razão pela qual a maioria dos seres humanos aceita a guerra, o abuso de animais e a falta de empatia em relação aos seres vivos e ao planeta como um todo pelos homens e mulheres igualmente.

Quando um indivíduo desperto (VOCÊ) dissolve seus programas de opressão, ele ou ela cria um mapa energético, uma ressonância, que começa a ativar o lado feminino de centenas de outros indivíduos. E quando agimos a nível social na redefinição e tratamento de mulheres, animais e outros seres brutalizados, fazemos isso a partir de um lugar de destemor e integridade impecável que é invencível. Nós não mais os “salvamos”, nem aumentamos sua condição de vítima sentindo que são vítimas. No entanto, nós literalmente paramos o que está acontecendo porque não se encaixa em nossa realidade escolhida. Como fazemos isso? Depende de nós! Nos reunimos e organizamos com os outros e usamos as ferramentas sociais e pessoais à nossa disposição. Mas primeiro liberamos a nós próprios, nossos próprios corpos, campos de energia, mentes e corpos emocionais desses programas escravizantes.

Vamos colocar nossos instintos de sobrevivência egoísta em espera pelos próximos meses, e nos atrevermos a agir ao quebrar esse elo na cadeia de escravidão. Vamos deixar nosso lado feminino sair de sua jaula!

Fonte: http://ascension101.com | Tradução: Charumati Prem


Ineliz Benz é escritora, educadora espiritual e pintora. Sua missão, como a de muitos outros, é de elevar o nível vibracional do planeta. Tem desenvolvido ferramentas e plataformas virtuais como o blog 'Ascencion 101' e 'Walk With Me Now' para auxiliar no despertar de consciência e empoderamento da humanidade.

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